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Valéria: Veja como ficou a casa onde suspeito fez uma mulher refém

Advogada de sequestrador considera operação policial como desastrosa

Valéria: Veja como ficou a casa onde suspeito fez uma mulher refém
Foto: Bahia 190

Com perfurações feitas por disparos de arma de fogo, a casa onde uma mulher foi feita refém com seu filho obteve marcas que jamais irão apagar a aflição das vítimas do evento ocorrido na quinta-feira (28).

A operação policial que culminou nas diversas marcas de tiros e, inclusive, no ferimento da refém, que sofreu um disparo na coxa, foi considerada por Rebeca Matos, advogada do sequestrador, como um “despreparo”.

No momento em que os disparos foram lançados contra a residência, o sequestrador, identificado como Gutemberg (apelidado de ‘Cigano’), estava com arma em punho, apontando para a cabeça da vítima, sua própria companheira.

“Acredita-se que um desses tiros foi o que pegou na coxa da vítima. O que pode ser observado é que a casa, de fato, estava perfurada de canto a canto, o que na nossa visão de defesa comprova um despreparo dessa operação porque poderia ter acontecido uma tragédia maior. Era um clima de tensão, com uma criança dentro de uma cssa, com uma mulher e Gutemberg com arma na mão”.

Em fotos concedidas com exclusividade para o Bahia 190, é possível ver que a casa possui diversas marcas de tiros.

Os policiais militares, que contaram com o apoio do Graer (Grupamento Aéreo da Polícia Militar), ainda chegaram a trocar tiros com supostos membros da facção criminosa Katiara, que chegaram para dar apoio a Gutemberg. Apesar da ajuda por parte dos traficantes, a sequestrador alega não fazer parte de qualquer facção.

Uma criança, filho de Gutemberg e da refém, também estava dentro da casa, mas foi liberada pelo criminoso e resgatada por um militar.


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