Polícia

“Polícia quer mostrar justiça, cometendo injustiças”, diz advogado de preso do ‘caso Atakarejo’

Marcus Rodrigues ainda justifica que cliente não possui antecedentes criminais

“Polícia quer mostrar justiça, cometendo injustiças”, diz advogado de preso do ‘caso Atakarejo’
Foto: Divulgação/SSP

O advogado de um dos presos na operação que investigou as mortes de Bruno e Yan Barros da Silva, tio e sobrinhos que teria furtado carne no Atakarejo, criticou a polícia da Bahia, afirmando que os policiais têm “fome de mostrar justiça”, mas que acabam “cometendo injustiças”.

Segundo Marcus Rodrigues, seu cliente não possui antecedentes criminais. Em entrevista ao Balanço Geral, na quarta-feira (12), o acusado saiu de casa para ver o que estava acontecendo no supermercado e participou da ação apenas “segurando por uns 30 segundos uma das vítimas”.

Ele ainda afirma que a participação do homem, que mora atrás do estabelecimento, acabou segundos depois que soltou o jovem.

“É um crime que causa repugnância em nossa sociedade, mas a polícia com essa fome de mostrar justiça acaba cometendo injustiças. A realidade dos fatos vai acabar aparecendo. Meu cliente não tem antecedentes criminais, estava trabalhando até dois meses atrás, mas foi demitido por causa da pandemia”, disse o advogado.


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